quarta-feira, 30 de julho de 2008

À espera da largada [2]

Por Peterson Munhoz

Dando continuidade ao post anterior, hoje encerraremos a série "À Espera da Largada" com mais três candidatos que pontuaram na última pesquisa Datafolha, divulgada no último dia 24. São eles: Paulo Maluf (PP), Soninha (PPS) e Ivan Valente (PSOL).
Pela ordem, falaremos primeiro do deputado federal Paulo Maluf. Que também foi ex-prefeito e ex-governador de São Paulo. Nas eleições de 2006, o então candidato recebeu uma das votações mais expressivas para o cargo. Na época de prefeito realizou alguns projetos que visaram ajudar diversas camadas da população. Entre eles está o "Leve Leite", em que, se a criança frequentasse as aulas da rede pública, levaria para casa um latão de leite em pó para ajudar no sustento; o projeto "Cingapura" que visava transformar as favelas em conjuntos de prédios; fez ainda alguns túneis, viadutos, e avenidas que tinha por objetivo desafogar as vias de trânsito. O porém de Paulo Maluf são as inúmeras acusações de corrupção, desvio de verbas, superfaturamento de obras etc. Segundo o site da AMB (Associação dos Magistrados do Brasil), que está divulgando a "ficha suja" dos candidatos, o deputado tem, ao menos, sete processos correndo contra ele. Três deles são ações pelo crime de improbidade administrativa, outros dois são crimes contra o sistema financeiro nacional, um engloba crimes contra a paz pública/ quadrilha/ crimes contra o sistema financeiro nacional/ crimes de ocultação de bens, direitos ou valores. O último processo enquadra o deputado no crime de responsabilidade. Sua candidatura à prefeitura foi definida em convenção de seu partido, o Progressista, em que Maluf concorreu com o também deputado Celso Russomano. Sua vice será Alince Corrêa, também deputada federal. Aline, segundo o site da AMB, é ré de um processo que engloba crimes contra a paz pública/ quadrilha/ crimes contra o sistema financeiro internacional/ crimes de ocultação de bens, direitos ou valores. Sensores tentou encontrar o site oficial de campanha de Paulo Maluf, para transcrever suas propostas, mas não conseguiu. Caso algum leitor conheça o endereço, peço o favor de me informar nos comentários. O deputado tem 8% das intenções de voto.
A candidata do PPS é Sonia Francine, mais conhecida como Soninha. Sua fama começou quando foi VJ da MTV Brasil por dez anos, teve passagem pela TV Cultura, da onde foi demitida após assumir que fumava maconha, e foi comentarista da ESPN Brasil, e, finalmente, foi uma das apresentadoras do programa Saia Justa, da GNT. Soninha é vereadora pela cidade de São Paulo e está no PPS desde setembro de 2007. Segundo seu site oficial, as propostas das candidatas,
entre todas, são: repovoar o centro, desenvolvendo a "periferia, incentivando a atividade econômica que gera postos de trabalho e melhorando toda a infra-estrutura urbana e serviços públicos "; no que tange a habitação ela pretende "requalificar os conjuntos habitacionais que já existem, garantindo a oferta de áreas de convivência e lazer, CEIs, equipamentos culturais e esportivos, acesso à internet e também melhor aproveitamento dos recursos naturais. Produzir novas unidades com esses critérios em mente, e também mais bonitas, espaçosas e confortáveis"; na área de educação, ela quer "garantir a formação integral (com cultura, esporte, educação ambiental, educação para a saúde e sexualidade etc.), o desenvolvimento de capacidades, cultivo de qualidades e valores (como responsabilidade, respeito, solidariedade e persistência) e promoção da cultura de paz"; e no quesito saúde, ela entende que é necessário "melhorar a integração entre os vários equipamentos (AMAs, UBSs, Hospitais etc.) e a informação sobre os serviços. Ampliar o Programa Saúde da Família. Incrementar as ações de saúde voltadas a públicos diversos como adolescentes, idosos, homens, LGBT". O seu candidato a vice é o escritor e cineasta João Batista de Andrade, ex - secretário de Cultura do Estado de São Paulo, no governo Geraldo Alckmin. A vereadora conta com 2% das intenções de voto, porém o presidente de seu partido, Roberto Freire, acredita que ela tem potencial para chegar ao segundo turno da disputa, conforme dito em entrevista para a Folha Online.
Para encerrar a série, falaremos agora de Ivan Valente, candidato do Partido da Solidariedade, criado da ruptura que aconteceu no PT há alguns anos. Esse partido reúne a ala mais "radical" do antigo PT. Ivan foi eleito duas vezes deputado estadual (1987/90 e 1991/94) e também foi eleito duas vezes para o cargo de deputado federal, a última já pelo PSOL. Entre suas propostas para educação, Valente pretende reduzir o número de alunos por salas, para dar maiores condições de ensino, investir 30% da arrecadação municipal na Manutenção e Desenvolvimento do Ensino (MDE); na área da Saúde, o candidato pretende estudar os problemas de saúde prioritários de cada região para propor metas para melhorias em cada uma das 31 subprefeituras; finalmente no quesito transportes o deputado quer, entre outras coisas, "ampliar corredores de ônibus, faixas para motociclistas, faixas para ciclistas e alargamento de calçadas", segundo seu site oficial. O vice em sua chapa é o deputado estadual Carlos Giannazi, que foi o autor da Emenda Constitucional 03/07, que trata da ampliação da licença maternidade de 4 para 6 meses concedida às servidoras estaduais. Ivan tem 1% das intenções de voto.

Esperamos que com esse resumo dos seis principais candidatos à Prefeitura de São Paulo, o Sensores & Censores tenha ajudado os seus leitores a conhecerem um pouco mais sobre os candidatos que concorrem o pleito.

Saiba mais:
Dia 31/07, às 22hs (Brasília), debate na Rede Bandeirantes com os candidatos

Informe-se:
http://www.soninha23.can.br
http://www.ivanvalente.com.br

Imagens: Paulo Maluf : Portal G1
Soninha: Portal EstadãoIvan Valente: Socialismo.org.br


Até a próxima!

segunda-feira, 21 de julho de 2008

À espera da largada

Por Peterson Munhoz


Faltando um pouco menos de três meses para o primeiro turno das eleições municipais, os candidatos de São Paulo já vão colocando suas manguinhas de fora. Falarei hoje dos três principais: Kassab, Marta e Alckmin. Posteriormente pretendo disponibilizar um resumo de todos os candidatos ao pleito.
O primeiro é o atual prefeito de São Paulo, senhor Gilberto Kassab. Ele assumiu o posto em 2006, quando o então prefeito José Serra abdicou para concorrer ao governo paulistano. De lá para cá suas principais obras pelo município foram a lei "Cidade Limpa", que decretou o fim das imensas placas de propaganda na cidade, o segundo grande projeto foram as "AMAs": Assistências Médicas Ambulatoriais, que visa atender casos de pouca complexidade, ou seja, aqueles que não necessitam de internação ou cirurgia. Segundo informações do site de Kassab, já foram entregues 110 unidades. Há alguns outros projetos na área da saúde, como o "Mãe Paulistana", que procura dar melhor qualidade de atendimento para gestantes atendidas pelo SUS. A sua vice será a engenheira Alda Marco Antônio, que "tem uma longa carreira dedicada à questão da mulher e à assistência social, em especial no apoio às crianças e aos jovens", ainda segundo o site do prefeito. Alda ficou em terceiro lugar nas eleições para senador em 2006, atrás do eleito Eduardo Suplicy (PT) e Guilherme Afif Domingos (Democratas).
Semana passada, Kassab anunciou que irá estender a validade do Bilhete Único para três horas, o que, segundo seu site, beneficiará 6 milhões de pessoas. De acordo com informações da prefeitura, confirmadas pela assessoria de Kassab e publicadas no "Jornal da Tarde" deste sábado, o benefício, na verdade, atinge 800 mil pessoas. O prefeito nega veementemente que essa atitude tenha sido uma manobra eleitoral. Para constar: o site de Kassab ainda não corrigiu a informação sobre o Bilhete Único.
No campo da educação, Kassab ampliou os "CEUs", que foi uma criação do governo de Marta Suplicy (2001- 2004). A ex-prefeita está voltando com tudo para tentar ocupar a cadeira que já se sentou um dia. Aliás, ela foi a responsável pela mudança de ares do assento, tirando a prefeitura do Palácio dos Trabalhadores, na região do Brás, e a colocando no "Banespinha", próximo ao Vale do Anhagabaú. Em 2007, Marta assumiu a cadeira de ministra do Turismo. Era bola cantada que o cargo serviria apenas para preencher a janela entre as eleições estaduais e as municipais. Foi um curto tempo, que não deixou de ser polêmico, com a famosa frase "relaxa e goza" dita no meio da crise áerea. Suplicy foi considerada uma prefeita que trabalhou mais para os pobres, o que explica sua enorme força nas periferias do município. Além do CEU, ela foi a criadora do Bilhete Único, e do tunel da Rebouças, que inundou na primeira chuva que enfrentou. Para Marta, a tática de Kassab foi manobra eleitoral sim, ainda segundo o "JT". Caso seja eleita, a candidata pretende
construir três hospitais (um Brasilândia, outro no Jaçanã e um último em Paralheiros), além de aperfeiçoar as AMAs. Além de propostas como aumento da rede CEU e dos corredores de ônibus. Seu vice é Aldo Rebelo, conhecido presidente da Câmara dos Deputados, eleito em 2005. Segundo seu site oficial.
O Ibope divulgou sábado, 19/07, uma pesquisa encomendada pela TV Globo e o jornal "O Estado de S.Paulo", nela Marta Suplicy e Geraldo Alckmin aparecem tecnicamente empatados, tanto no primeiro quanto no segundo turno. Na disputa do primeiro, Marta lidera com 34% das intenções de voto, Alckmin tem 31% e Kassab 10%. Nas simulações de segundo turno, Alckimin ganha todas, muito embora a parcial seja de 47% do tucano ante 43% da petista. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais.
Geraldo Alckmin tenta a prefeitura paulista pela segunda vez. A primeira foi em 2000, ele era o favorito para disputar o segundo turno com Marta Suplicy, mas, após o ex-prefeito Paulo Maluf chorar, literalmente, em seu programa eleitoral, acabou perdendo a vaga para o progressista. Geraldo também perdeu a disputa para a presidência, em 2006. O grande problema de Alckmin,é a ruptura do PSDB. Na quinta alguns tucanos se afastaram do partido para apoiar Gilberto Kassab, Alckmin evitou comentar. Novamente o ex-governador se vê como uma espécie de excluido do partido, mas, ao contrário de 2006, desta vez ele tem reais chances de levar a disputa. Para seu o cargo de vice, o PSDB decidiu repetir a dobradinha de 2000, e chamou o deputado estadual Campos Machado. Alckmin pretende melhorar a qualidade das UBSs (Unidades Básicas de Saúde); aumentar a malha do Metrô e dos corredores de ônibus, implantando veículos com ar-condicionado; implantar semáforos computadorizados e estacionamentos subterrâneos; aumentar o número de creches e de moradias populares.

A corrida está com seus participantes já na pista, apenas esperando o sinal verde. Que vença a melhor opção para São Paulo, tanto prefeito como vice-prefeito. É sempre bom ficar de olho

Informe-se:
http://www.kassab25.com.br
http://www.geraldo45.com.br
http://www.marta13.can.br

Até a próxima!

sábado, 19 de julho de 2008

A primeira vez

POR LUIS FERNANDO SANINANA

Tudo se encaminhava para mais uma vitória corintiana, Pacaembu lotado, 33 mil pessoas e estréia do novo uniforme, que ainda gera polêmica entre os torcedores.

Logo aos 9 minutos do primeiro tempo, o meia Elias do Bahia cobra falta, na lateral direita, direto para o gol, enganando o goleiro Felipe, fazendo com que o arqueiro falhasse.

Depois do gol o que se viu não foi futebol, era algo inexplicável. Muitos erros de passes, chutões e nenhuma belo lance. Uma explicação possível para o mal futebol apresentado, seria as ausências dos meias de criação do timão, Dentinho e Douglas. Mas mesmo entrando no segundo tempo Douglas não fez muita coisa.

Lulinha mais uma vez jogou mal e acho que colocou uma pergunta na cabeça dos dirigentes corintianos. "Será que fizemos bem em renovar o contrato dele ao invés de vendê-lo para o Chelsea?".

Mesmo perdendo a fiel torcida apoiou o time os 90 minutos, as vaias só foram ouvidas depois do apito final, o único jogador que não merecia ouvir essas vaias era o atacante Herrera que correu e brigou o tempo todo.

Desde a rodada passada o Corinthians não vem jogando bem. Será que a vantagem que a equipe conseguiu abrir nesse início de campeonato, fez com que os jogadores relaxassem um pouco? Ou será que pressão da mídia, todo dia lembrando de sua invencibilidade no campeonato e dizendo que a equipe seria campeã invicta, atrapalhou o desempenho dos jogadores nessas duas últimas rodadas? Agora é esperar até a próxima rodada e ver se o Corinthians volta a jogar o bom futebol que vinha jogando.

Até a próxima!

terça-feira, 15 de julho de 2008

O nosso admíravel mundo

Por Peterson Munhoz

Existem alguns fatos da vida que intrigam a gente. Ontem assisti ao filme "O Preço da Coragem" (A Mighty Heart, 2007) que conta a história do jornalista Daniel Pearl, assassinado no Paquistão em 2003, enquanto realizava uma reportagem sobre um homem-bomba chamado Richard Reid. O filme é baseado em um livro que Mariane Pearl, esposa de Daniel, escreveu para apresentar a seu filho quem era o seu pai, que morreu enquanto a criança ainda estava na barriga da mãe.

Meu objetivo nesse post não é fazer uma crítica ou análise do filme. Não é a minha área. O que quero fazer é uma crítica a realidade do jornalista. Também não tenho a pretensão de tratar esse assunto como sendo um jornalista qualificado com 30 anos de carreira. Não sou. Sou apenas um estudante que está começando o 2º ano de faculdade. Mas me permito escrever um texto sobre minha futura profissão.

Daniel Pearl era um jornalista que trabalhava havia 13 anos no Wall Street Journal, de Nova Iorque. Era casado com uma outra jornalista, Mariane, e sabia dos riscos de sua profissão. O principal é ser mal-visto por algum entrevistado, e, como diz a gíria, acabar "apagado". O problema é quando você se põe em risco e é mal recompensado por isso. E essa é a realidade do jornalismo em geral.

Por algum motivo nossa profissão é, na minha visão, tida como algo "você não está fazendo nada mais do que seu dever", ignora-se os riscos que passamos para apurar a informação, além da luta pessoal de estarmos em uma profissão um tanto solitária. Por que solitária? Pois é uma profissão em que o cultivo de amigos é muito difícil, já que todos podem ser fontes em potencial, e o estreitamento da relação fonte-jornalista é altamente condenado. Apurar corretamente uma informação é uma missão que está ficando cada vez mais impossível, muitas vezes pelo curtíssimo prazo para fechar a matéria, acaba sendo publicadas "barrigas" enormes. Um caso recente aconteceu no fim do mês de maio, quando um incêndio em uma fábrica de colchões em Moema, bairro da zona sul de São Paulo, virou uma queda de um avião da Pantanal. Virou manchete de sites como o UOL. Meu celular recebeu uma mensagem as 18 horas informando que a Infraero tinha confirmado a queda da aeronave em um edifício comercial. Dez minutos depois a correção: nem a Pantanal, nem a Infraero, confirmavam a queda da aeronave, nada de tragédia, apenas um incêndio e algumas encomendas de colchões que certamente atrasaram. Se uma informação dessas não foi checada antes de ser publicada, acredito que foi pela pressa de dar o "furo", o que dizer de casos grandes?

O caso da escola Base é um exempl.Os diretores dessa escola tiveram suas vidas arruinadas para sempre por causa que todos acreditavam ser verdadeiras as acusações de que eles abusavam sexualmente dos alunos. O caso foi encerrado por falta de provas contra os acusados. Apenas o "Diário Popular" se omitiu e não estampou manchete condenatória. Preferiu esperar, checar, sabia que o delegado do caso gostava de "aparecer". Se deu bem. O caso da menina Isabella seguiu por um caminho diferente, virou novela. Para encerrar esse assunto, um ditado caí bem: "A pressa é inimiga da perfeição".

Sobre o salário o comentário é bem simples.Ganhar 800 reais pra trabalhar mais de 12 horas por dia, e ver limida a sua vida social é uma espécie de tortura. Digo 800 reais pois é o salário de uma assessora de imprensa que esteve esses dias no "Caldeirão do Huck", da Rede Globo, tentando ganhar dinheiro em um quadro do programa. Vale lembrar que a assessoria de imprensa é considera um refúgio de muitos jornalistas que procuram uma certa estabilidade na profissão. O diário esportivo "Lance!", segundo Paulo Vinícius Coelho em seu livro "Jornalismo Esportivo" pagava cerca de 500 reais no seu início, e hoje o salário não passa muito dos 900. Os melhores sálarios ainda estão em grandes redações, como a do jornal "A Folha de S.Paulo", ainda segundo o livro do jornalista.

A pressa, a pressão e o baixo salário (fora algumas doenças que são comuns dos profissionais do jornalismo) me levam a crer que só sobrevive nessa carreira aqueles que nutrirem algo muito forte pelo jornalismo: a paixão. Não qualquer paixão, mas sim aquela paixão de início de carreira, misturada com o entusiasmo. Algo parecido com que parte dos estudantes de jornalismo sentem no começo de sua jornada.

Paixão. Talvez esse seja mesmo o segredo.

Até a próxima

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Show Tricolor

Por Luis Fernando Saninana

A expectativa era de um grande jogo, mesmo com desfalques de ambas as equipes. A equipe do Palmeiras era o mais desfalcada, praticamente todo sistema defensivo, o único titular era o lateral esquerdo Leandro. Pelo lado são paulino o zagueiro Miranda era a baixa da equipe. Muricy surpreendeu ao escalar Dagoberto no ataque, com isso o time tricolor tinha um ataque veloz.

Com a bola rolando o São Paulo começou pressionando o Palmeiras e logo conseguiu marcar. Depois de um cruzamento rasteiro de Jorge Wagner pela direita, André Dias com o gol aberto fez o primeiro da partida. Quem pensava que com o gol o São Paulo recuaria se enganou, a pressão continuou.

O Palmeiras só levou perigo ao gol de Rogério Ceni aos 37 minutos da primeira etapa, Alex Mineiro chuta da entrada da área exigindo boa defesa de Rogério. Na volta do intervalo o Palmeiras voltou ligado, jogadores como Kléber, Valdivia e Diego Souza começaram a aparecer mais no jogo. A equipe de Luxemburgo começou a ficar mais tempo com a bola, mesmo assim não criava chances de gol.

Luxa tentou o empate colocando 4 homens no ataque, Alex Mineiro, Kléber, Lenny e Denílson, mas não surtiu efeito, quem fez o gol foi o São Paulo com Éder Luís que acabara de entra no jogo. Jorge Wagner pela direita de novo, entra na área e rola para o atacante bater para o gol, a bola desvia em um defensor palmeirense e engana Marcos.

O Palmeiras conseguiu fazer o gol de honra aos 47 da etapa final, depois de um escanteio cobrado por Denílson, o zagueiro do verdão escora de cabeça para o fundo da rede.

O destaque do jogo não foi nenhum jogador e sim um treinador, Muricy Ramalho soube anular os principais jogadores do Palmeiras e aproveitar o desentrosamento da defesa palmeirense.